Os destaques de um festival que valoriza o teatro de grupo

Daniel Schenker

soloCena de Solo con Esto, montagem da Cia. Altoteatro, da Bolívia (Foto: Milton Dória)

O Festival Internacional de Londrina (Filo), que acaba de encerrar a sua 45ª edição, é uma empreitada peculiar em relação a outros festivais de teatro brasileiros. Em primeiro lugar, pela sintonia de Nitis Jacon – fundadora do Filo no turbulento ano de 1968 e hoje presidente de honra do festival, dirigido por Luiz Bertipaglia – com a cena internacional, especialmente com o Odin Teatret, companhia conduzida por Eugenio Barba, que já desembarcou em Londrina com espetáculos como Sonho de Andersen e Salt, monólogo de Roberta Carreri.

Além disso, o Filo transcende a esfera da apresentação de montagens nacionais e estrangeiras por meio dos Projetos de Maio, trabalhos artístico-sociais realizados com deficientes físicos (cegos, surdos), presidiários e pessoas da terceira idade. Talvez a iniciativa mais longeva nesse sentido seja a da Cia. de Theatro Fase 3…

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