Casa das Fases apresenta Caixa de Memorias no Fescam

A Casa das Fases apresenta a performance “Caixa de Memórias” dia 4/5, às 10hs e 15hs no Festival de Teatro de Rua – Fescam – em Cambará. A apresentação será na Praça Dr. Miguel Dinizo.

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Fotografias – Casa das Fases – Suecia

Imagens da turnê da Casa pelas cidades de Lund, Dalby e Veberöd (Suécia setembro de 2011)

Casa das Fases se apresenta na Suecia e Inglaterra

"Equal" será apresentado em Lund, Malmo e Londres

 

 
A Cia de Theatro Fase 3 comemora em novembro 25 anos de teatro. Para celebrar as “bodas de prata” diversas atividades estão programadas até o final do ano. Agora em setembro, quatro integrantes do grupo viajam no dia 19 para apresentar duas peças e ministrar workshops na Suécia e  Inglaterra. 
 
Durante 15 dias o grupo percorrerá três cidades da Suécia (Lund, Malmo e Veberöd) e Londres, na Inglaterra.  Será apresentado o Projeto Black Box, a peça Equal e o workshop “Little Boxes”.
De 22 a 25 de setembro a Cia participa do festival de teatro  ”Den tredje åldern” (A Terceira Idade) promovido pelo Teater InterAkt. Trata-se do primeiro festival de teatro no País voltado para as questões do envelhecimento. 
 
Apresentaremos por dois dias, durante quatro horas, o Projeto Black Box – uma Caixa Preta feita para um ator e um espectador em sessões de cinco minutos.  As atrizes Jandira Testa (75)  e Carmen Mattos (79) interpretam poemas de Adélia Prado.  A Caixa foi criada em 2006 pela Casa das Fases e já percorreu diversas cidades do Brasil. Em 2009 foi apresentada na Dinamarca durante o VI Transit Festival promovido pelo Odin Teatret e agora, em fevereiro de 2011, em Porsgrunn, na Noruega, como parte da programação do “RustFritt Festival” .
 
Também será mostrado o work in progress “Equal” (30 min) inspirado na história das gêmeas siamesas Maria e Rosalina que no ano de 1900 foram separadas cirurgicamente pelo médico Chapot Prevost. A peça foi apresentada na Dinamarca, São Paulo e Minas Gerais.
 
A Cia de Theatro também ministrará o workshop “Little Boxes” para os participantes do Festival. Um trabalho de 3 horas utilizando a metodologia de pesquisa grupo através das Caixinhas de Memórias – um projeto de oficinas de teatro que existe desde 2002.
 
Em seguida os integrantes da Casa das Fases viajam para Londres para um encontro com sua companhia-irmã  “Entelechy Arts”. Os grupos mantém projetos em parceria desde 2010. O encontro terá o intuito de aproximar e consolidar parceiras importantes, como a montagem da peça “A Tempestade”, de Shakespeare, unindo os 20 atores de ambas as companhias, numa turnê Brasil e Inglaterra para 2012/13. A Casa também apresenta  “Equal” no Albany e ministra um wokshop em parceria com o Entelechy no SouthBank Center. 

Festival Valentino com Celia Castro

por Ascom 31º FML – Alea/Doc

O romantismo está de volta com o show que a cantora Célia Castro, 61 anos, apresenta nesta quinta-feira, dia 21, no Festival Valentino, que integra a programação do 31º Festival de Música de Londrina (FML). Em “Fossaudade – Quando o Coração Canta”, Célia leva ao palco uma seleção de canções românticas que foram imortalizadas na voz de grandes cantoras brasileiras.
Célia escolheu músicas que fazem parte de seu repertório pessoal, que ela gosta de ouvir e de cantar. “São músicas que me arrepiam e que eu sei que muita gente conhece e gosta de cantar também”, afirma. A cantora, que também já atuou como atriz da companhia Casa das Fases, de Londrina, empresta sua verve teatral para imprimir ainda mais dramacidade às interpretações das músicas.

O show, que tem direção de João Henrique Bernardi, e produção da Casa das Fases, terá um cenário e figurino que remetem ao estilo das famosas cantoras do Rádio, que reinaram absolutas entre as décadas de 1930 e 1950. No repertório, músicas de Lupicínio Rodrigues, Cartola, Pixinguinha, Herivelto Martins, Tom Jobim, Maisa, Dolores Duran, que foram registradas nas vozes de Dalva de Oliveira, Emilinha Borba, Ângela Maria e Elis Regina. “Fossaudade tem músicas que a gente diz: ‘de cortar os pulsos’. Mas são todas muito bonitas”, afirma.

 

Teatro londrinense na Virada Cultural


Casa das Fases conta a experiência de apresentar o espetáculo Black Box por oito horas no centro de São Paulo

Fábio Luporini/JL

O sol ainda não havia aparecido quando um grupo de senhoras atrizes já despertava para a maratona do sábado. Carmem Mattos (79 anos), Jandira Testa (75), Benedita Coutinho (66), e Emília Felcar (61), embarcaram numa van rumo a São Paulo, junto com o produtor Fabrício Borges, o diretor Rique Bernardi e a atriz Ella Melo. O destino: a Virada Cultural, na capital paulista, com 952 atrações apresentadas em 214 espaços durante 24 horas, no último fim de semana. O grupo Casa das Fases, de malas nas mãos, desembarcou na Praça do Patriarca, próximo ao viaduto do Chá e ao Teatro Municipal, para apresentar o espetáculo Black Box.

“Fizemos um bate volta. Saímos sábado de madrugada e chegamos lá na hora do almoço. Começamos a apresentar às 20 horas e voltamos na manhã seguinte. Foi cansativo, mas compensador”, conta o produtor Fabrício Borges. Esta foi a terceira vez que o grupo Casa das Fases mostrou o trabalho em São Paulo. A primeira vez foi em 1998, com a peça Londrina Zona Paraíso. Voltaram em 2010, com o espetáculo Igual. “A gente trabalha em São Paulo com a produtora Plataforma Brasil. É ela quem está vendendo nossos espetáculos. Fizeram contato com o pessoal da Virada Cultural e eles nos convidaram”, conta Borges.

O espetáculo Black Box, apresentado das 20 horas do sábado às 5 horas de domingo, em plena praça, já foi visto por centenas de pessoas no interior de São Paulo, no interior do Paraná e também na Dinamarca e na Noruega, recentemente. Ao todo, 348 pessoas participaram da peça, que consiste numa grande caixa onde o público entra, normalmente uma pessoa por vez, para ouvir poemas de Adélia Prado, encenados pelas atrizes. E vem gente de todas as idades. Algumas crianças, vários jovens e muitos adultos, todos curiosos para experimentar a sensação de estar numa caixa. Por vezes, entravam dois ou três espectadores juntos. “Para dar conta”, explica o produtor.

Além da idade, o público é eclético. “Entrava desde uma velhinha até um casal de lésbicas. A gente vê um reconhecimento do trabalho. O espetáculo existe desde 2006”, ressalta Borges. A experiência extrapola ainda os limites do próprio cenário, que é a caixa. Enquanto uma das atrizes encenava os poemas no interior, outras aguardavam fora. “As pessoas vinham para tirar foto, porque as atrizes estavam com figurino”, diz. Os poemas encenados eram Dona Doida, Atávica, Ensinamento e Chorinho Doce.

Carmen Mattos, com 79 anos, diz não ter se importado com o cansaço da viagem. “A gente faz teatro. Foi muito legal [a experiência]”, afirma. Um dos destaques, para ela, foi a receptividade do público. “Gostei muito que jovens de 18 e 19 anos vinham até a gente cumprimentar e dizendo o que achavam. Algumas crianças, de sete anos, pediam para tirar fotos”, lembra. A atriz nem se importou com o fato de ser mais velha que alguns espectadores. “Não me sinto com essa idade. Me sinto muito jovem”, brinca.

 fonte:

virada cultural em são paulo

A Casa  das Fases apresenta a instalação cênica Black Box na Virada Cultural de São Paulo.

Dia 16 de abril,  início  20 hs até  5 hs da manhã, na Praça do Patriarca

Imagens dos ensaios

VIRADA CULTURAL EM SP

A Casa das Fases integra a programação da Virada Cultural de São Paulo. O grupo irá apresentar a performance Black Box no dia 16 de abril, das 20 às 5 horas no Viaduto Santa Ifigênia.

A Black Box foi criada em 2006 e apresentou-se em diversas cidades do Brasil, na Dinamarca e Noruega. É uma caixa cênica feira para um espectador e um ator. Ela é montada em praças, ruas e lugares de circulação de pessoas, que são convidadas a entrar e assistir a uma apresentação de cinco minutos.

Para a Virada Cultural, a Casa das Fases apresentará quatro cenas inspiradas em poemas de Adélia Prado.

A produção e apoio são do Pontão Plataforma Brasil http://www.ipbrasil.org/